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2019 - AGROTÓXICOS - PESQUISA DETECTA LESÕES NO DNA DE TRABALHADORES RURAIS

  • Foto do escritor: Galtiery Rodrigues
    Galtiery Rodrigues
  • 8 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Estudo da UFG em amostras de sangue e mucosa oral de 200 lavradores goianos que mantêm contato direto com agrotóxicos aponta que danos genéticos são até 4,5 vezes maiores que o identificado em pessoas da zona urbana

Foto: Wildes Barbosa

Pesquisas em andamento da Universidade Federal de Goiás (UFG) mostram as consequências da exposição direta a agrotóxicos no DNA de pessoas e animais que vivem na zona rural. Por meio da análise de amostras de sangue e da mucosa oral de 200 trabalhadores rurais do sudeste e sudoeste goiano, constatou-se um índice de lesão 4,5 vezes maior do que as amostras de pessoas que vivem na zona urbana.


Danos e lesões ao DNA são passíveis de regeneração, mas um estudo, também em andamento na UFG, já atesta a perda de células linfocitárias entre os trabalhadores rurais, numa escala significativamente maior do que em pessoas que não trabalham diretamente com substâncias agrotóxicas. Isso significa, basicamente, comprometimento da capacidade de regeneração e de imunização.


Reportagem aborda o tema e repercute, ainda, as regras de vestimenta e uso de equipamentos de proteção por parte dos trabalhadores no momento da aplicação dos agrotóxicos. O cumprimento disso, porém, segundo os pesquisadores, que fizeram perguntas via questionário aos participantes da pesquisa, está longe de ser o ideal.


Veja material completo abaixo ou clique aqui:




 
 
 

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