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2018 - PIVÔS CENTRAIS LONGE DA LEGALIDADE

  • Foto do escritor: Galtiery Rodrigues
    Galtiery Rodrigues
  • 7 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Menos de um quarto dos equipamentos existentes em Goiás é devidamente licenciado pelo órgãos ambientais. Levantamento da Secretaria da Fazenda comprova a existência de mais de 3,3 mil pivôs no Estado

Foto: Cristiano Borges

O processo de regularização dos equipamentos de irrigação, em Goiás, principalmente de pivôs centrais, está longe de atingir a totalidade. Segundo levantamentos anuais feitos pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), existem mais de 3,3 mil pivôs no Estado. Enquanto isso, entre 2008 e 2017, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) emitiu apenas 179 licenças relacionadas a pivôs centrais. Em média, cada uma delas contempla cerca de quatro equipamentos, ou seja, uma soma total de 716 pivôs que estariam devidamente legalizados em Goiás (21,5% do total existente).


A situação preocupa. A irrigação é o maior usuário de água hoje no Brasil, e não é diferente em Goiás, estado cujo potencial agrícola é reconhecido nacionalmente. A falta de legalização revela certo descontrole por parte do poder público e, ao mesmo tempo, desconhecimento do total real de água que é utilizado ou retirado dos rios goianos para irrigar as lavouras.


A problemática é complexa. Ao mesmo tempo que Goiás é um estado produtor, com fronteiras agrícolas robustas em Cristalina, por exemplo, município que possui uma das maiores concentrações de pivôs da América Latina, e avançando no Vale do Araguaia, é um estado também que já enfrenta a falta de água, configurando quadros de crise hídrica em algumas cidades, nos períodos de estiagem.


A reportagem discute o tema com especialistas e representantes dos setores envolvidos.


Veja abaixo o material completo ou clique aqui:


 
 
 

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