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2019 - SERRA DA MESA: LONGE DO QUE JÁ FOI UM DIA

  • Foto do escritor: Galtiery Rodrigues
    Galtiery Rodrigues
  • 8 de out. de 2019
  • 1 min de leitura

Maior lago do Brasil em volume de água enfrenta redução do volume útil. Chuvas diminuem na Bacia do Tocantins desde 2014 e, este ano, estão 32% abaixo da média

Foto: Fábio Lima

Implantado em 1977, visando a geração de energia elétrica, o lago Serra da Mesa, quando cheio, é o maior reservatório do Brasil em volume de água. Nos últimos anos, porém, o que se vê é a incapacidade de atingir os mesmos níveis do passado. A Bacia do Rio Tocantins, da qual o lago faz parte, está com chuvas e vazões abaixo da média desde 2014, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). Entre outubro do ano passado e 25 de março deste ano, choveu apenas 68% do esperado.


A consequência imediata desse cenário é a impossibilidade de recuperação do reservatório, pois os déficits de reposição vão se acumulando ano a ano. Além do impacto visível na paisagem, no turismo e nos investimentos nas cidades por onde o lago passa, a situação atinge também a produção de energia.


Em março deste ano, a produção foi reduzida ao mínimo possível. A usina, que tem capacidade para gerar 1.275 megawatts (MW) e atender cerca de 800 mil pessoas passou a gerar apenas 260 MW e operar com vazão mínima de 100 m³/s, ou seja, apenas 20,3% da capacidade.


A reportagem detalha a questão do lago, principalmente em Uruaçu, cidade do norte goiano e cujo turismo é atingido diretamente pela situação.


Veja o material completo abaixo ou clique aqui:



 
 
 

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